terça-feira, 16 de setembro de 2008

Eu sempre soube que deveras foste um engano
mas meu saber não impediu que eu me entregasse a ponto de substimar quem eu sou
Provavelmente as lágrimas não passaram de agonizantes dores em vão
momentos perdidos sem retorno
E existe dentro de mim, um céu nublado que não pôde reter em minha pele os raios de sol do verão daqueles anos
e o arrepio frio que se alastra deste o príncipio de minha existência
pelo medo de não ter seus segredos como minhas verdades
porque o que eu fiz foi um amor desatino
que destroí as horas que eu respiro
Que espaira no ar o doce cheiro de seu corpo e que me faz enlouquecer por não conseguir esquecer vc nas noites frias
Porque eu vivo o seu viver
Querendo advinhar os mistérios de um olhar distante
Porque os dias se passam e cada vez mais eu me desespero envolta a desolada desilusão
As correntes não me deixam partir e meus pesadelos dizem que somente o adeus será a salavação
ao mesmo que meus sonhos dizem que ficar para sempre seria a consagração do amor que eu sinto
são sonhos que podem não se tornar reais,
Gostaria de ter forças para encarar vc
mas além do que eu poderia, nada me resta do que desejar as suas palavras dedicadas a mim
a canção da meia-noite de um amor que irá durar a noite inteira
e eu olho as horas por diversas vezes sonhando com o momento que o tempo irá parar ao haver a sua chegada

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